Sites de viagem pagam pela busca: cada consulta de tarifa ou de quarto pode custar uma taxa a um sistema de reservas ou a um fornecedor. Quando a maioria das buscas vem de scrapers, o negócio paga para alimentar os concorrentes. E assentos, quartos e pontos de fidelidade também são alvos valiosos.
O que os bots fazem com sites de viagem
- Copiam tarifas e diárias. Agregadores e concorrentes fazem buscas o tempo todo; a relação entre busca e reserva sobe, e a conta do fornecedor junto.
- Seguram assentos e quartos. Bots começam reservas e as abandonam no pagamento, segurando o inventário para parecer vendido, ou para manipular preços.
- Tomam contas de fidelidade. Milhas e pontos são dinheiro para um fraudador, e os donos raramente conferem.
- Abusam de promoções. Ofertas de novos membros e cupons resgatados por cadastros feitos por script.
Os sinais
- Volume de busca que cresce enquanto as reservas não, boa parte de datacenters.
- Buscas que nunca carregaram a página de busca, com regularidade de máquina.
- Reservas que expiram no pagamento, de poucos dispositivos, para os mesmos voos ou datas.
- Resgates de pontos logo depois de uma troca de senha ou de um login num dispositivo novo.
Onde consultar
- Busca: responda
bot_highsó do cache, nunca do fornecedor pago; mantenha resultados atualizados para as pessoas. - Reserva: recuse
bot_high; dê abotuma reserva mais curta. - Login e resgate: peça a
botum segundo fator antes de movimentar os pontos.
Mande as viagens concluídas como feedback: um viajante que voou ou se hospedou é a melhor evidência que existe de que a conta é de uma pessoa.